Material de apoio para aulas de Física

ROTEIROS PARA AULAS PRÁTICAS DE FÍSICA

Luiz André Mützenberg

Cinemática
Dinâmica
Rotações
Gravitação
Leis de Conservação
Fluídos
Oscilações
Ondas
Calor e Temperatura
Comp. dos Gases
Termodinâmica
Ótica Geométrica
Ótica Ondulatória
Eletrostática
Eletrodinâmica
Magnetismo
Eletromagnetismo
Relatividade
Quântica
Física Geral

As atividades experimentais são muito importantes para a aprendizagem da Física. Através delas o aluno pode vivenciar os fatos referidos nos textos e exercícios facilitando a retenção do conhecimento. Muitos alunos consideram a manipulação de materiais muito mais interessante que a resolução de exercícios. Os roteiros oferecidos nesta página são, na verdade, exercícios para os quais o professor oferece uma montagem experimental e solicita que os alunos sigam as instruções, façam as medidas, preencham as tabelas, calculem e tirem suas conclusões. Estas são atividades tradicionais no ensino da Física e oferecem pouca liberdade para que os alunos testem suas curiosidades, mas são importantes para aprender a organizar uma experiência e tirar melhor proveito as atividades apresentadas em "orientações" para experimentos.


CINEMÁTICA
Introdução à Física
Funções e Gráficos
Movimentos Retilíneos
Vetores
Movimentos Curvilíneos

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Introdução à Física BALANÇA DE BRAÇOS IGUAISObjetivo: Aprender a utilização da balança de braços iguais e dos pesos graduados. (MÜTZENBERG, 2001)
O DINAMÔMETROObjetivo: Fazer a graduação de um dinamômetro e usá-lo para pesar um objeto de uso diário. (MÜTZENBERG, 2001)
MEDIDA DA ALTURA DA MESAObjetivo: Medir a altura de uma mesa com uma fita métrica, elaborar uma tabela de medidas e fazer uso dos conhecimentos sobre algarismos significativos. (SPORKET, 1992)
MEDIDAS COM O PAQUÍMETROObjetivo: Manusear e conhecer o paquímetro e praticar os conhecimentos sobre algarismos significativos. (SPORKET, 1992)
MEDIDAS COM O MICRÔMETROObjetivo: Aprender a manusear o micrômetro, conhecer as partes do micrômetro e praticar os conhecimentos sobre algarismos significativos. (SPORKET, 1992)
MEDIÇÃO DA ÁREA DE SUPERFÍCIES DE FORMATO IRREGULARObjetivo: Medir a área de uma folha pelo método da contagem de quadrados levando em consideração os conhecimentos sobre algarismos significativos. (SPORKET, 1992)
Funções e Gráficos DIMENSÕES E PROPORÇÕESObjetivo: Estudar o que acontece com as dimensões lineares, superficiais e volumétricas de um corpo quando aumentamos a sua escala mantendo as mesmas proporções. (MÜTZENBERG, 2003)
VARIAÇÃO COM O QUADRADOObjetivo: Estudar a relação entre a área e o raio de um círculo e determinar o valor da constante de proporcionalidade,o p. (MÜTZENBERG, 2003)
A CONSTANTE DE HOOKEObjetivo: Estudar a relação entre a força aplicada em uma mola e a deformação que esta força produz na mola e determinar a constante de elasticidade da mola. (MÜTZENBERG, 2003)
VARIAÇÃO INVERSAObjetivo: Estudar a relação entre o peso colocado em uma balança de torção e a distância necessária para que este peso equilibre a balança. (MÜTZENBERG, 2003)
REGRA DA ALAVANCAObjetivo: Estudar a relação que existe entre a força aplicada e o braço de alavanca. (MÜTZENBERG, 2003)
MASSA E RAIO DAS ESFERASObjetivo: Estudar a relação que existe entre a massa de uma esfera de vidro e o seu raio. (MÜTZENBERG, 2003)
LADO E MASSA DOS QUADRADOSObjetivo: Estudar a relação que existe entre a massa de um quadrado de papel e o tamanho do seu lado. (MÜTZENBERG, 2003)
ÍNDICE DE MASSA CORPÓREAObjetivo: Estudar a relação que existe entre peso de um ser humano e a sua altura. (MÜTZENBERG, 2003)
CÁLCULO DE VOLUMEObjetivo: Determinar o volume de um corpo regular. (MÜTZENBERG, 2003)
Movimentos Retilíneos MOVIMENTO DA BOLHAObjetivo: Encontrar a relação entre distância percorrida e tempo para o movimento de uma bolha dentro de um tubo de vidro com água. (MÜTZENBERG, 2002)
MOVIMENTO UNIFORME.Objetivo: Determinar a função horária para o movimento de um corpo quando a força resultante é nula. (MÜTZENBERG, 2002)
ROTEIRO DE VIAGEMObjetivo: Aprofundar conhecimentos de cinemática. (MÜTZENBERG, 2002)
VELOCIDADE DE UM SINAL NERVOSOObjetivo: Determinar a velocidade com que um sinal nervoso se propaga no seu organismo e a velocidade média de propagação de um sinal nervoso no organismo dos colegas. (MÜTZENBERG, 2002)
MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEObjetivo: Determinar a velocidade de um rolete que se movimenta num plano horizontal. (SPORKET, 1992)
MOVIMENTO DA DE UM ARO SOB AÇÃO DE UMA FORÇAObjetivo: Estudar como a velocidade de e a distância percorrida por um ponto varia quando um aro está sob ação de uma força constante. (MÜTZENBERG, 2002)
MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADOObjetivo: Determinar a função horária para um movimento de um corpo quando a força resultante não é nula na situação em que o corpo parte do repouso. (MÜTZENBERG, 2002)
VELOCIDADE DE UM ROLETE NO FINAL DE UM PLANO INCLINADOObjetivo: Medir a velocidade com que um rolete chega ao final de um plano inclinado e verificar se esta velocidade é diretamente proporcional a distância que o rolete percorreu no plano inclinado. (SPORKET, 1992)
BARRA EM QUEDA LIVREObjetivo: estudar o movimento de uma barra em Queda Livre. (MÜTZENBERG, 2002)
ACELERAÇÃO DE UMA ESFERA EM QUEDA LIVREObjetivo: Determinar a aceleração da gravidade com auxílio de uma esfera em queda livre. (MÜTZENBERG, 2002)
ACELERAÇÃO DE UMA ESFERA EM QUEDA LIVREObjetivo: Determinar a aceleração da gravidade com auxílio de uma esfera em queda livre. (SPORKET, 1992)
MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADOObjetivo: Estudar o movimento de um corpo que está sob a ação de uma força constante. (SPORKET, 1992)
ACELERAÇÃO DE UMA BARRA EM QUEDA LIVREObjetivo: Determinar a aceleração da gravidade com auxílio de uma barra que está em queda livre e na qual são inscritas marcas de tempo. (SPORKET, 1992)
ACELERAÇÃO NO PLANO INCLINADOObjetivo: Determinar a aceleração de um rolete que se move em um plano inclinado. (MÜTZENBERG, 2002)
USO DO PLANO INCLINADO PARA DETERMINAR A ACELERAÇÃO DA GRAVIDADEObjetivo: Determinar a aceleração da gravidade com auxílio de um plano inclinado. (SPORKET, 1992)
Vetores SOMA DE FORÇASObjetivo: Estudar a soma vetorial de forças usando métodos gráficos e análise matemática. (MÜTZENBERG, 2003)
DECOMPOSIÇÃO DE FORÇASObjetivo: Estudar a decomposição vetorial de forças usando métodos gráficos e análise matemática. (MÜTZENBERG, 2003)
DECOMPOSIÇÃO ORTOGONALObjetivo: Verificar se os resultados que são obtidos pelo método gráfico e por cálculo conferem com as medidas em uma decomposição ortogonal. (MÜTZENBERG, 2003)
DECOMPOSIÇÃO ORTOGONAL DE UMA FORÇAObjetivo: Decompor uma força em duas componentes que formam entre si um ângulo de 90 graus, decomposição ortogonal. (SPORKET, 1992)
O PLANO INCLINADOObjetivo: Verificar a veracidade das equações que relacionam as componentes de um peso colocado sobre um plano inclinado com as dimensões do plano inclinado. (SPORKET, 1992)
SOMA VETORIAL DE FORÇASObjetivo: Usar o método do paralelogramo e o método analítico (cartesiano) para verificar se a resultante é igual a força que ela anula. (SPORKET, 1992)
LOCALIZAÇÃO DA RESULTANTE DE FORÇAS PARALELASObjetivo: Localizar o ponto de aplicação da resultante de duas forças paralelas e de mesmo sentido. (SPORKET, 1992)
DECOMPOSIÇÃO DE UMA FORÇA EM DUAS FORÇAS PARALELAS E DE MESMO SENTIDOObjetivo: Decompor uma força em duas forças paralelas e de mesmo sentido. (SPORKET, 1992)
Movimentos Curvilíneos RELAÇÃO ENTRE ALTURA E ALCANCE NO LANÇAMENTO HORIZONTALObjetivo: Neste trabalho prático vai estudar o que acontece com o alcance de um lançamento horizontal quando se aumenta a altura e verificar se isto está de acordo com a teoria estudada na aula teórica. (MÜTZENBERG, 2003)
MOVIMENTO DO PRATO DE UM TOCA-DISCOSObjetivo: Analisar como variam o ângulo descrito, a velocidade angular e a aceleração angular durante a primeira volta do movimento do prato de um toca-discos. (MÜTZENBERG, 2003)
LANÇAMENTO HORIZONTALObjetivo: Determinar a aceleração da gravidade com auxílio do lançamento horizontal. (SPORKET, 1992)
VELOCIDADE ANGULARObjetivo: Determinar a velocidade angular do prato de um toca-discos. (SPORKET,1992)
VELOCIDADE DO TIROObjetivo: Determinar a velocidade do chumbinho de uma arma de pressão com auxílio de dois discos de papel que giram com velocidade angular constante. (SPORKET, 1992)
TEMPO DE QUEDA DE UMA ESFERAObjetivo: Determinar o tempo de queda de uma esfera com auxílio de um disco que gira com velocidade angular constante. (SPORKET,1992)

DINÂMICA
Equilíbrio
Inércia
2ª Lei de Newton
Ação e Reação
Atrito
Aplicações

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Equilíbrio SOMA DE FORÇASObjetivo: Estudar a soma vetorial de forças usando métodos gráficos e análise matemática.(2003)
DECOMPOSIÇÃO DE FORÇASObjetivo: Estudar a decomposição vetorial de forças usando métodos gráficos e análise matemática. (2003)
DECOMPOSIÇÃO ORTOGONALObjetivo: Verificar se os resultados que são obtidos pelo método gráfico e por cálculo conferem com as medidas em uma decomposição ortogonal. (2003)
DECOMPOSIÇÃO ORTOGONAL DE UMA FORÇAObjetivo: Decompor uma força em duas componentes que formam entre si um ângulo de 90 graus, decomposição ortogonal (SPORKET, 1992)
SOMA VETORIAL DE FORÇASObjetivo: Usar o método do paralelogramo e o método analítico (cartesiano) para verificar se a resultante é igual a força que ela anula. (SPORKET, 1992)
Inércia BALANÇA DE BRAÇOS IGUAISObjetivo: Aprender a utilização da balança de braços iguais e dos pesos graduados. (2003)
2ª Lei de Newton SEGUNDA LEI DE NEWTONObjetivo: Estudar as relações entre força, massa e aceleração. (2003)
RELAÇÃO ENTRE FORÇA E ACELERAÇÃOObjetivo: Verificar se a força é proporcional à aceleração que ela produz e determinar o fator de proporcionalidade no sistema internacional. (2003)
Ação e Reação ......
Atrito TRIBÔMETRO HORIZONTALObjetivo: Determinar o coeficiente de atrito fazendo um taco de madeira escorregar em um plano horizontal. (2003)
TRIBÔMETRO DE PLANO INCLINADOObjetivo: Determinar o coeficiente de atrito com auxílio de um plano inclinado medindo a base e a altura do plano inclinado. (2003)
ATRITO E ÁREA DE CONTATOObjetivo: Verificar se a força de atrito depende da área de contato entre as superfícies. (2003)
ATRITOS ESTÁTICO E CINÉTICOObjetivo: Determinar os coeficientes de atrito estático e cinético de madeira de pinho sobre aglomerado. (2003)
Aplicações O PLANO INCLINADOObjetivo: Verificar a veracidade das equações que relacionam as componentes de um peso colocado sobre um plano inclinado com as dimensões do plano inclinado. (SPORKET, 1992)
MÁQUINA DE ATWOODObjetivo: Determinar a aceleração da gravidade com auxílio da máquina de atwood. (2003

DINÂMICA DAS ROTAÇÕES
Movimento Circular
Torque, I e L
Equilíbrio de Rotação
Leis de Newton no Movimento Circular
Dinâmica do Corpo Rígido

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Movimento Circular MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADOObjetivo: Determinar a função horária para um movimento de um corpo quando a força resultante não é nula na situação em que o corpo parte do repouso. (2003)
MOVIMENTO DA DE UM ARO SOB AÇÃO DE UMA FORÇAObjetivo: Estudar como a velocidade de e a distância percorrida por um ponto varia quando um aro está sob ação de uma força constante. (2003)
MOVIMENTO DO PRATO DE UM TOCA-DISCOSObjetivo: Analisar como variam o ângulo descrito, a velocidade angular e a aceleração angular durante a primeira volta do movimento do prato de um toca-discos. (2003)
VELOCIDADE ANGULARObjetivo: Determinar a velocidade angular do prato de um toca-discos. (SPORKET, 1992)
VELOCIDADE DO TIROObjetivo: Determinar a velocidade do chumbinho de uma arma de pressão com auxílio de dois discos de papel que giram com velocidade angular constante. (SPORKET, 1992)
TEMPO DE QUEDA DE UMA ESFERAObjetivo: Determinar o tempo de queda de uma esfera com auxílio de um disco que gira com velocidade angular constante. (SPORKET, 1992)
Torque,
Momento de Inércia e
Momento Angular
REGRA DA ALAVANCAObjetivo: Estudar a relação que existe entre a força aplicada e o braço de alavanca. (2003)
FATORES QUE INFLUEM NO TORQUEObjetivo: Estudar como a força e a distância influem no valor de um torque. (2003)
MOVIMENTO DE UM CORPO SOB A AÇÃO DE UM TORQUEObjetivo: Calcular a aceleração angular do prato de um toca discos no início do movimento e depois dele completar quase uma volta. (2003)
MOVIMENTO DE UM ARO SOB A AÇÃO DE UM TORQUE CONSTANTEObjetivo: Analisar o movimento de um corpo que está sob a ação de um torque constante. (2003)
IMPULSO DE ROTAÇÃO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO DE ROTAÇÃOObjetivo: Verificar se torque vezes o tempo em que ele agiu é igual ao momento de inércia vezes a velocidade angular que ele produziu. (SPORKET, 1992)
MOMENTO DE INÉRCIA DE UMA TÁBUAObjetivo: Determinar o momento de inércia de uma tábua com auxílio do aparelho do aro. (SPORKET, 1992)
DISTRIBUIÇÃO GEOMÉTRICA DA MASSA E MOMENTO DE INÉRCIAObjetivo: Estudar como o momento de inércia depende da geometria do corpo.(SPORKET, 1992)
Equilíbrio de Rotação LOCALIZAÇÃO DA RESULTANTE DE FORÇAS PARALELASObjetivo: Localizar o ponto de aplicação da resultante de duas forças paralelas e de mesmo sentido. (SPORKET, 1992)
DECOMPOSIÇÃO DE UMA FORÇA EM DUAS FORÇAS PARALELAS E DE MESMO SENTIDOObjetivo: Decompor uma força em duas forças paralelas e de mesmo sentido. (SPORKET, 1992)
SEGUNDA CONDIÇÃO DE EQUILÍBRIO PARA FORÇAS PARALELASObjetivo: Verificar a segunda condição de equilíbrio para o caso em que as forças que geram os torques são paralelas. (SPORKET, 1992)
SEGUNDA CONDIÇÃO DE EQUILÍBRIO PARA FORÇAS NÃO PARALELASObjetivo: Verificar a segunda condição de equilíbrio para o caso em que as forças que geram os torques não são paralelas. (SPORKET, 1992)
BALANÇA ROMANAObjetivo: Aplicar a segunda condição de equilíbrio para o caso em que as forças que geram os torques são para compreender o funcionamento de uma balança romana. (SPORKET, 1992)
Leis de Newton no Movimento Circular RELAÇÃO ENTRE TORQUE E ACELERAÇÃO ANGULARObjetivo: Verificar se o torque é proporcional à aceleração angular que ele produz e determinar o fator de proporcionalidade no sistema internacional. (2003)
ACELERAÇÃO ANGULAR E MOMENTO DE INÉRCIAObjetivo: Estudar como o momento de inércia influi na aceleração angular sofrida por um corpo. (2003)
ACELERAÇÃO ANGULAR E TORQUEObjetivo: Estudar como o torque influi na aceleração angular sofrida por um corpo. (2003)
SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA O MOVIMENTO CIRCULARObjetivo: Estudar as relações entre torque, momento de inércia e aceleração angular. (SPORKET, 1992)
Diâmica do Corpo Rígido ......

GRAVITAÇÃO UNIVERSAL
Astronomia
Sistema Solar
Leis de Kepler
Leis da Gravitação
Cosmologia

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Astronomia ......
Sistema Solar MANCHAS SOLARESObjetivo: Fazer observações do sol e pesquisar em livros a origem das manchas solares. (2003)
SISTEMA SOLARObjetivo: Desenhar e tentar compreender as dimensões do sistema solar. (2003)
Leis de Kepler ......
Lei da Gravitação Universal ......
Noções de Cosmologia ......

LEIS DE CONSERVAÇÃO
Trabalho e Energia
Energia Rotacional
C. Eneriga
Impulso
C. Momentum
C. Momento Angular
Colisões

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Trabalho e Energia ENERGIAS POTENCIAISObjetivo: Verificar se ocorre a conversão de energia potencial gravitacional em energia potencial elástica. (2003)
ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL E ENERGIA CINÉTICA IIObjetivo: Verificar se ocorre conversão total de energia potencial gravitacional em energia cinética quando uma esfera rola em um plano inclinado. (2003)
ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL E ENERGIA CINÉTICA IObjetivo: Verificar se ocorre a conversão de energia potencial gravitacional em energia cinética de um rolete. (SPORKET, 1992)
POTÊNCIA DE BRAÇOS E PERNASObjetivo: Determinar da potência dos braços e das pernas. (SPORKET, 1992)
Energia Rotacional ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL E ENERGIA CINÉTICA DE ROTAÇÃOObjetivo: Verificar se a energia potencial gravitacional de uma massa que acelera um aro é convertida em energia cinética do aro. (2003)
Conservação da Energia CONSERVAÇÃO DA ENERGIA CINÉTICA DURANTE A COLISÃO DE DUAS ESFERASObjetivo: Verificar se realmente existe conservação da energia cinética durante uma colisão entre duas esferas de aço idênticas. (2003)
Impulso IMPULSO DE ROTAÇÃO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO DE ROTAÇÃOObjetivo: Verificar se torque vezes o tempo em que ele agiu é igual ao momento de inércia vezes a velocidade angular que ele produziu. (SPORKET, 1992)
IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTOObjetivo: Verificar se força vezes o tempo que ela atua é igual a massa vezes a variação de velocidade que ela produz. (SPORKET, 1992)
Conservação do Momentum CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTOObjetivo: Verificar se realmente existe conservação da quantidade de movimento durante uma colisão entre duas esferas de aço idênticas. (2003)
Conservação do Momento Angular ......
Colisões PÊNDULO BALÍSTICO COM REVISÃO DE CALORObjetivo: Aplicar os conhecimentos de física para calcular o valor das grandezas físicas envolvidas em um tiro de uma espingarda de ar comprimido. (2003)
CHOQUE ELÁSTICOObjetivo: Analisar a conservação de energia e de momentum durante a colisão entre duas esferas de aço. (2003)
PÊNDULO BALÍSTICOObjetivo: Determinar a velocidade do projétil de uma arma de ar comprimido com auxílio de um pêndulo balístico. (SPORKET, 1992)

COMPORTAMENTO DOS FLUIDOS
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OSCILÃÇÕES
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ONDAS
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CALOR E TEMPERATURA
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COMPORTAMENTO DOS GASES
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TERMODINÂMICA
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ÓTICA GEOMÉTRICA
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ÓTICA ONDULATÓRIA
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ELETROSTÁTICA
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ELETRODINÂMICA
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MAGNETISMO
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ELETROMAGNETISMO
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TEORIA DA RELATIVIDADE
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MECÂNICA QUÂNTICA
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FÍSICA GERAL
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